A noite de 11 de dezembro de 2024 marcou para sempre a vida de uma família de Parnamirim. Enquanto aproveitavam um lanche no bairro Boa Esperança, um veículo invadiu a lanchonete em alta velocidade, deixando várias pessoas feridas. Entre as vítimas estava o pequeno Guilherme Gomes, então com 3 anos, que sofreu fratura exposta no fêmur.
Um ano depois, já com 4 anos e 6 meses, Guilherme ainda enfrenta dificuldades para caminhar sozinho. A maior parte do tempo ele se desloca com apoio dentro de casa. As cicatrizes do acidente ainda são visíveis e fazem parte da rotina da família.
O menino passou por 56 dias de internação no Hospital Walfredo Gurgel, onde passou por várias cirurgias. Em determinado momento, segundo a mãe, os médicos chegaram a cogitar a possibilidade de amputação da perna.
“Mudou completamente toda a nossa vida”, diz mãe
A mãe de Guilherme, Mara Darlene, relembrou o momento mais difícil. “Os médicos disseram que seria a última tentativa de salvar a perna. Eu pedi: ‘doutor, salva a perna do meu filho’. Ele já sabia andar de bicicleta sem rodinhas”, contou emocionada ao repórter da TV Ponta Negra, Ranilson Oliveira.
Ela também destacou como a rotina da família mudou após o acidente. Mara precisou deixar o emprego para cuidar do filho, e o orçamento doméstico ficou ainda mais comprometido, já que o pai, trabalhador autônomo, passou a sustentar sozinho todas as despesas.
Além disso, a família relata que não recebeu nenhuma ajuda financeira do motorista que provocou o acidente. O condutor ficou preso por 57 dias e já está em liberdade — praticamente o mesmo período em que Guilherme permanecia internado.
Família enfrenta gastos e pede ajuda para continuar tratamento
Atualmente, os gastos com o tratamento de Guilherme — incluindo fisioterapia, consultas e deslocamentos — giram em torno de R$ 2 mil por mês. Com poucos recursos, a família luta para manter os cuidados necessários para que o menino volte a andar normalmente.
Apesar das dificuldades, a mãe se emociona ao ver o filho brincando dentro de casa, mesmo com limitações. “Hoje ele está bem, está brincando, e isso traz um alívio enorme. Mas ainda precisa de muito tempo de tratamento”, desabafa.
Quem puder ajudar, a família disponibiliza a chave PIX: 84 99633-8618 (Mara Darlene).
Um policial civil é procurado após ser apontado como autor de uma tentativa de Feminicídio contra sua ex-companheira na noite da quinta-feira (11), no bairro Planalto, na Zona Oeste de Natal. A ocorrência foi atendida pela Polícia Civil por volta das 20h. O veículo do policial, modelo Voyage, foi encontrado abandonado em um terreno na manhã desta sexta-feira (12), em Cidade Satélite.
Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito teria atacado a vítima com uma arma branca. A mulher recebeu atendimento médico e, conforme a corporação, não corre risco de morte.
O atendimento inicial foi realizado pelo Plantão da Delegacia de Plantão de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DPAGV), responsável pelos procedimentos legais e de polícia judiciária.
O plenário do Senado aprovou nessa quarta-feira (10), por unanimidade, o projeto que cria um novo marco legal para o enfrentamento ao crime organizado no país. O texto reformula a proposta aprovada pela Câmara, em novembro. A versão do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ao PL 5.582/2025, do Poder Executivo, retorna para análise dos deputados.
Conhecido como PL Antifacção, o texto, que passou também nessa quarta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aumenta as penas para integrantes de grupos criminosos: líderes podem receber condenações de até 60 anos, com previsão de aumento de penas em casos específicos para até 120 anos, segundo o relator. O projeto também torna mais rígidas as regras de progressão de regime e determina que chefes de facções e milícias privadas cumpram pena obrigatoriamente em presídios federais de segurança máxima.
Alessandro explicou que seu parecer buscou aprimorar o modelo de combate a facções e milícias que exercem controle armado sobre territórios, intimidam comunidades e limitam a presença do Estado. O relator afirmou ter sido pressionado pelo lobby de diversos setores como o de corporações, da academia, dos tribunais e dos ministérios públicos:
O lobby que não teve acesso a esta Casa, sob o ponto de vista estruturado, foi o das vítimas, foi o da população que fica diuturnamente à mercê do domínio de facções e milícias. É em homenagem a essas, que não podem aqui acionar lobbies, que a gente faz o trabalho que faz aqui — disse.
Terrorismo O relator removeu do projeto a tipificação do crime de “domínio social estruturado”, incluída pela Câmara para integrantes de facções, milícias ou paramilitares que controlam territórios. Vieira considerou que o conceito era amplo e pouco preciso, abrindo margem para distorções.
Durante a votação em plenário, senadores da oposição defenderam que o projeto equiparasse as ações de facções e milícias ao crime de terrorismo. Uma emenda apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) com esse objetivo, porém, foi rejeitada pela maioria dos senadores.
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) afirmou que esses grupos agem de forma a espalhar pânico e restringir o direito de ir e vir de toda a comunidade.
Bandidos e narcotraficantes que usam drones para jogar granadas a esmo, dentro de comunidades onde a polícia, está subindo. Esse ato é o quê? Bombas lançadas por drones, granadas. Isso é terrorismo puro, disse o senador, ao defender que facções e milícias que adotam esse tipo de conduta sejam enquadrados na legislação antiterrorismo.
O senador Jorge Seif (PL-SC) apoiou a mudança, dizendo que a intenção formal das organizações não muda o impacto de suas ações sobre a sociedade. “Mesmo que organizações criminosas não tenham esse objetivo, o efeito final é o mesmo”, declarou.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) defendeu que o Congresso reconheça explicitamente a gravidade desses crimes.
Terrorismo a gente tem que chamar pelo nome. O que está acontecendo no Brasil é terrorismo, disse.
Em resposta, Alessandro Vieira argumentou que a definição técnica de terrorismo não se aplica aos grupos que atuam no país, destacando que o terrorismo tem motivação política, ideológica ou religiosa. O relator afirmou que, apesar de produzir sensação de terror, a atuação dessas organizações visa apenas proteger atividades ilícitas e não pressionar governos ou populações por objetivos políticos. O senador lembrou que o enquadramento de um grupo como terrorista pode justificar ações militares e sanções externas contra o país.
Por mais que a sensação de terror seja uma consequência natural da ação das organizações criminosas, isso não as faz organizações terroristas. Não há nenhum benefício para o Brasil em reconhecer o Comando Vermelho, o PCC ou qualquer outra facção como terrorista, afirmou.
Atualização da lei existente Uma das principais mudanças de Vieira foi a opção de atualizar a Lei das Organizações Criminosas, e não criar uma legislação paralela, abordagem que poderia gerar questionamentos e beneficiar condenados.
O relator também suprimiu dispositivos aprovados pelos deputados que, de acordo com sua avaliação técnica, violavam a Constituição, como: a extinção do auxílio-reclusão, a proibição de voto para presos provisórios, tipos penais considerados vagos e regras que enfraqueceriam garantias processuais.
Punições mais altas O parecer endurece penas para integrantes, financiadores e líderes de facções e milícias. Homicídios cometidos por membros desses grupos passam a ter pena de 20 a 40 anos.
O projeto define como facção criminosa qualquer organização que dispute ou controle territórios ou atue em mais de um estado. Integrar ou financiar esses grupos passa a ser punido com 15 a 30 anos de prisão. Para quem ocupa posição de comando, a pena pode ser dobrada e chegar a 60 anos.
Além disso, o relator incluiu novas situações que permitem ampliar as punições, tanto para líderes quanto para membros de facções, milícias ou outras organizações criminosas, podendo elevar a condenação máxima para até 120 anos.
Progressão de regime mais rígida O Senado estabeleceu critérios mais severos para progressão:
condenados por crimes hediondos devem cumprir o mínimo de 70% da pena no regime fechado;
integrantes de facções ou milícias precisam cumprir 75% a 85%, dependendo das circunstâncias;
reincidentes podem ter percentuais ainda maiores.
Inteligência e investigação: dados, infiltração e escutas O texto atualiza instrumentos de investigação, permitindo: escutas ambientais e monitoramento por softwares especiais, com autorização judicial; acesso mais rápido a dados de investigados em hipóteses previstas em lei; pedidos emergenciais de informações, sem ordem judicial, quando houver risco à vida de alguém; interceptações telefônicas aceleradas, com autorização de até cinco dias e renovação possível.
O relator também restabeleceu a possibilidade de delatores atuarem como infiltrados — proposta original do governo que havia sido retirada no relatório da Câmara.
Integração institucional e banco de dados nacional O projeto formaliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), que reúnem polícias e órgãos de investigação. Além da Polícia Federal (PF) e das polícias estaduais, poderão participar o Ministério Público, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Receita Federal e o Banco Central.
A proposta também cria um cadastro nacional de integrantes e empresas ligadas a organizações criminosas, que deverá ser replicado pelos estados.
Monitoramento no sistema prisional e visitas O texto prevê o monitoramento de conversas e visitas a presos ligados a facções, mas mantém a inviolabilidade entre advogados e clientes, salvo em decisão judicial específica.
Pessoas condenadas por crimes previstos na Lei de Organizações Criminosas não terão direito à visita íntima.
Financiamento: nova Cide para bets O relator incluiu a criação de um tributo (Cide) sobre apostas online (bets), com alíquota de 15%, sobre transferências de pessoas físicas para as plataformas. Essa contribuição terá validade até a cobrança plena do Imposto Seletivo criado na reforma tributária e os recursos serão destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública. A arrecadação estimada é de R$ 30 bilhões por ano.
Alessandro também propõe uma regra temporária de regularização para bets que atuam sem licença, com previsão de arrecadação adicional de até R$ 7 bilhões.
O relator eliminou as alterações feitas na Câmara sobre a destinação de recursos apreendidos para fundos de segurança. Em lugar disso, ele determinou que o governo apresente e regulamente, em até 180 dias após a sanção da lei, todos os fundos federais ligados à área de segurança.
O texto também fecha espaço para as bets que operam na clandestinidade, usadas para crimes, lavagem de dinheiro e concorrência desleal. Alessandro Vieira incluiu uma emenda de redação alinhada com a Receita e o Ministério da Fazenda que prevê medidas como a responsabilidade solidária de empresas de pagamento e instituições financeiras.
Uma bet ilegal só funciona porque alguém patrocina sua publicidade e porque alguma instituição permite o pagamento, afirmou.
Proteção a testemunhas A versão aprovada pelo Senado mantém o tribunal do júri para julgar homicídios ligados ao crime organizado e prevê medidas de segurança para jurados e testemunhas, como sigilo de dados e interrogatórios por videoconferência. O relator destacou que a proteção constitucional não pode ser retirada por lei comum.
Responsabilização de agentes públicos Quem for condenado por integrar, apoiar ou liderar facções fica inelegível por oito anos, mesmo antes do trânsito em julgado. Servidores públicos que colaborarem com essas organizações ou se omitirem podem perder o cargo imediatamente.
Combustíveis Em razão da incidência do crime organizado no mercado de combustíveis, o senador incluiu regras mais rígidas de controle de formulação e venda de combustíveis na versão aprovada na CCJ, mas, no plenário, acatou emenda da senadora Tereza Cristina (PP-MS) para rever esse trecho da proposta. Ele também acatou parcialmente emenda do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) sobre o tema.
A formulação de combustíveis deve ser melhor debatida em outro momento e já se encontra na agenda regulatória da ANP, que tem enfrentado esse tema administrativamente, disse.
O projeto exige que os postos de combustíveis e empresas da área façam o registro de operações de venda, transporte e armazenamento de petróleo, gás, biocombustíveis e combustíveis sintéticos.
Outras mudanças incluídas pelo Senado Crime específico para recrutar crianças e adolescentes, com penas de 5 a 30 anos.
Possibilidade de bloquear energia, internet e telefonia de investigados.
Prazo de 90 dias para conclusão de inquéritos com investigados presos (270 dias para soltos), com possibilidade de prorrogação.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da 99ª Delegacia de Polícia de Angicos, com apoio das unidades vinculadas à 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil, da DEFUR e DEPROV de Mossoró/RN, além do reforço da Polícia Militar de Afonso Bezerra e Pedro Avelino, deflagrou a Operação Echidna, voltada ao enfrentamento e desarticulação de uma organização criminosa com atuação no município de Afonso Bezerra/RN.
Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de prisão, bem como lavrados Autos de Prisão em Flagrante. No curso das diligências, foram apreendidos entorpecentes, armas de fogo, munições, grande quantidade de droga já fracionada, além de diversos apetrechos utilizados no preparo e na comercialização de substâncias ilícitas.
Os presos são: Três mulheres e um homem, são eles: Nevinha, Eliane, Kaká e o elemento conhecido por Manteiga.
As investigações apontam que o grupo criminoso era responsável pelo tráfico de drogas e de armas na região, exercendo controle territorial e promovendo atos de violência. Há ainda indícios de envolvimento dos integrantes em práticas de tortura contra moradores que descumpriam suas determinações.
O nome da operação faz referência à criatura monstruosa da mitologia grega chamada Echidna, conhecida como a “Mãe de todos os monstros”, aludindo à natureza violenta e multifacetada da atuação do grupo investigado.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população no combate à criminalidade e orienta que denúncias anônimas podem ser realizadas pelo Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do RN – SECOMS.
Uma operação conjunta das polícias Militar e Civil de Assú resultou na prisão de um homem suspeito de tráfico de drogas na noite desta quinta-feira (11), no bairro Dom Elizeu, nas proximidades do Hospital Regional.
O detido foi identificado como Walisson Souza, natural de Natal. Segundo informações levantadas pelas equipes, ele estaria utilizando um apartamento de primeiro andar para a comercialização de entorpecentes. Após a denúncia, os policiais foram ao local para averiguar a situação.
Durante a abordagem, Walisson desobedeceu às ordens e tentou fugir, pulando muros de casas e estabelecimentos, além de subir em telhados para se esconder. Para impedir a fuga, foram efetuados disparos de contenção. Após alguns minutos de buscas, ele foi localizado e detido.
No interior do imóvel, os policiais apreenderam maconha, crack e cocaína, além de dinheiro fracionado, balança de precisão, materiais para embalagem dos entorpecentes e moedas. Também foi encontrada munição calibre .38 picotada, indicando falha no acionamento.
Walisson usava tornozeleira eletrônica. Aos policiais, afirmou que o dispositivo havia sido instalado há cerca de cinco dias, por conta de um processo relacionado a assalto registrado em Natal. Disse ainda que reside em Assú há aproximadamente cinco meses.
O suspeito e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. Ele foi autuado em flagrante e ficará à disposição da Justiça, devendo passar por audiência de custódia nesta sexta-feira (12).
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quinta-feira (11) a operação Entre Dois Mundos. O objetivo é apurar a infiltração de uma organização criminosa no Poder Judiciário potiguar.
A investigação aponta para a atuação de uma servidora terceirizada lotada em um setor crucial para o cumprimento de penas, suspeita de utilizar sua função e acesso a informações sigilosas para favorecer líderes e membros da facção criminosa Sindicato do Crime do RN.
A servidora, que exercia atividades análogas à de assessora jurídica, tinha acesso a processos judiciais, realizando movimentações e elaborando minutas. O esquema, que envolveria essa funcionária pública, um apenado identificado como liderança da facção (seu companheiro) e um advogado, resultou em práticas suspeitas de corrupção passiva e ativa, advocacia administrativa e violação de sigilo profissional, além do pertencimento e auxílio à organização criminosa.
A servidora utilizava suas credenciais para manipular o andamento processual, direcionar decisões, beneficiar e fornecer informações confidenciais à organização criminosa. O ponto central da investigação é a manipulação no Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), onde a servidora teria agido para direcionar o processo de execução penal do companheiro dela para um juiz substituto, em um período de férias do juiz titular.
Essa manobra foi considerada crucial, pois o juiz titular possuía um histórico de indeferimentos de benefícios ao apenado. A intervenção resultou na concessão imediata da progressão de regime e na rápida revogação do monitoramento eletrônico do apenado.
A operação foi desencadeada com o apoio da Polícia Militar potiguar e do Ministério Público da Paraíba (Gaeco) no cumprimento das medidas. A investigação contou com o suporte técnico do Grupo de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (GSI/TJRN) durante a fase de apuração.
Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos de telefone celular e um computador pessoal pertencentes à principal investigada, que serão submetidos à análise. Além disso, foi apreendido um token, provavelmente pertencente ao advogado investigado, o que reforça a suspeita de alinhamento prévio e uso indevido de credenciais.
Ainda no cumprimento dos mandados, foram encontrados e apreendidos aproximadamente R$ 9 mil em espécie, além de uma pistola, cinco carregadores e farta munição, o que deve ser incorporado às provas da investigação.
O MPRN obteve ainda o afastamento cautelar imediato da servidora de suas funções, por considerar a medida essencial para a investigação, a instrução processual e a preservação da credibilidade do Poder Judiciário potiguar.
O homem investigado por pertencer à organização criminosa, que já possuía execução penal ativa, foi preso novamente e conduzido à autoridade policial para lavratura de flagrante por posse de arma de uso restrito e ficará à disposição da Justiça.
Um ataque a tiros registrado por volta das 03h40min da madrugada desta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, abalou a tranquilidade da cidade de Tibau no RN na divisa com Icapui no Ceará. A vítima fatal foi identificada como Francisco Edileuzo Pinheiro, conhecido como “Leudo Pardal”, que acabou morto enquanto dormia.
De acordo com as primeiras informações, homens armados invadiram a residência e dispararam diversas vezes contra Leudo, que foi atingido ainda sobre a cama e não teve qualquer chance de defesa. A mulher dele, que também estava no quarto, foi baleada na perna durante a ação criminosa e socorrida para o hospital de Tibau.
Seu estado de saúde não foi detalhado. A Polícia Militar do RN isolou o local e passou a oicorrência para a PMCE, que ficou no local até a chegada da Polícia Forense do Ceará (Pefoce), responsável pelos procedimentos periciais e remoção do corpo.
A motivação e a autoria do ataque ainda são desconhecidas. A Polícia Civil deve iniciar as investigações para esclarecer o caso. A população pode colaborar com informações de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. Esse foi o segundo homicídio em menos de 24 horas naquela região.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do RN (FICCO/RN) realizou, nesta quarta-feira (10), uma operação contra o núcleo estratégico de uma facção com atuação interestadual. Foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em quatro estados: Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Rondônia.
O grupo investigado coordenava o tráfico de drogas e armas e gerenciava dinheiro sujo, com ligação direta a 11 homicídios e uma tentativa de assassinato, só em 2025. Durante as ações, três pessoas foram presas em flagrante, armamentos e grandes quantias em dinheiro foram apreendidos, e contas bancárias de envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro foram bloqueadas.
Entre os presos, uma profissional da área jurídica foi flagrada transmitindo mensagens para líderes da facção encarcerados, usando sua posição para manter a comunicação interna do crime. A investigação aponta que ela se tornou peça-chave para a organização manter suas operações mesmo atrás das grades.
A FICCO/RN reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e SENAPPEN, atuando de forma conjunta contra o crime organizado. A operação mostra que o combate à facção mira diretamente quem comanda, financia e protege o crime, dentro e fora das prisões.
Por volta das 23h30 dessa quarta-feira, 10/12/25, um crime de homicídio foi registrado na pacata cidade de São Vicente na região do Seridó Potiguar, tendo como vítima, FRANCISCO DAS CHAGAS ALVES DA COSTA, 22 anos de idade, que foi atingido por 06 disparos de arma de fogo dentro da própria residência onde residia.
Outras duas pessoas estavam na residência e não foram atingidas. Segundo relato de uma delas, 04 homens encapuzados e usando roupas camufladas arrombaram a porta da sala do imóvel e efetuaram vários disparos na vítima.
Chaguinha, como era conhecido, tinha ligação com mundo devastador das drogas e era usuário.
Não há informações sobre autoria e motivação. A Polícia Civil investigará o caso.
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A Polícia Civil concluiu uma etapa da investigação sobre o crime de extorsão mediante sequestro qualificado pela morte de Gileno Crisóstomo de Oliveira, de 63 anos, em agosto deste ano, em Goianinha. O trabalho identificou quatro suspeitos envolvidos diretamente nos crimes. Dois deles já foram presos.
Segundo a Polícia Civil, os detidos confessaram participação ativa no crime, incluindo o envio de mensagens extorsivas e a execução do sequestro motivado por desavenças pessoais. As ordens judiciais foram expedidas pelo Poder Judiciário e cumpridas pela 13ª Delegacia Regional de Polícia.
Além dos presos, mais dois suspeitos estão foragidos. Eles foram identificados como Wendell Lucas Silva Ribeiro, conhecido como “Panda do KM6” ou “Luquinhas”, apontado como responsável por determinar o envio das mensagens extorsivas; e Felipi Alves da Silva, identificado como um dos executores do sequestro. Todos pertencem a uma facção criminosa interestadual, segundo as investigações.
Gileno e um funcionário foram sequestrados no dia 21 de agosto. O empregado conseguiu escapar do local para onde foram levados. Já o idoso não teve a mesma chance. Segundo a polícia, Gileno foi sequestrado por volta das 7h, em uma propriedade do sítio Pau Ferro, na zona rural de Goianinha. Na ação, outros trabalhadores fugiram e avisaram à família.
Em pouco tempo, começaram a chegar as mensagens extorsivas. Após a polícia ser acionada, as buscas foram iniciadas, com o apoio do helicóptero da Sesed. No entanto, o corpo do comerciante só foi encontrado durante a noite, sem vida, em uma área de mata. A vítima tinha ferimentos na cabeça.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta quarta-feira (10), a operação “DNA do Crime”. A ação resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um homem de 44 anos, suspeito da prática do crime de roubo majorado e estupro, ocorrido na cidade de Ielmo Marinho. De acordo com as investigações, o crime ocorreu no dia 22 de setembro de 2024, na zona rural do município.
Na época, a vítima transitava em via pública acompanhada de seu filho menor de idade, quando foi interceptada por dois homens encapuzados. Sob grave ameaça, um deles portando um pedaço de madeira e o outro simulando estar armado, os suspeitos roubaram o celular do adolescente e, em seguida, arrastaram a mulher para uma área de mata, onde ela foi estuprada pelos dois. Após o ato, a dupla fugiu levando a motocicleta da vítima.
As investigações apontam ainda que, usando o veículo roubado, os suspeitos abordaram um casal logo em seguida, abandonaram a moto da primeira vítima e subtraíram uma segunda motocicleta. O laudo pericial, emitido pela Polícia Científica (PCI), confirmou que o material biológico coletado na vítima coincidia, sem margem de erro, com o DNA do suspeito preso hoje. Essa prova técnica coloca o homem na cena do crime, desmantelando qualquer tentativa de álibi.
Diligências foram realizadas pelas equipes que localizaram e prenderam o suspeito no povoado Riachão, zona rural de Ceará-Mirim. Ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e solicita que informações sejam repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181.
Mais um acidente foi registrado na Ponte Newton Navarro. No início da tarde desta quarta-feira (10), uma moto e um carro se envolveram no sinistro, que aconteceu no sentido zona Norte. Imagens que circulam nas redes sociais mostram um pessoa no chão e os veículos bastante danificados. O condutor da moto bateu atrás e foi arremessado por cima do carro.
Nas imagens, é possível ver outra motocicleta no chão. No entanto, de acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), o condutor da moto acabou caindo para desviar da colisão. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi ao local para fazer o socorro.
Na noite dessa terça-feira (9), um outro acidente já havia sido registrado na ponte. Na ocasião, um carro e uma moto estavam envolvidos. O condutor da moto precisou de atendimento médico e foi socorrido por uma ambulância do Corpo de Bombeiros.
A situação gerou um extenso congestionamento no trecho, desde a altura da Praia do Meio. Já passava das 20 horas quando o fluxo melhorou na região.
Um acidente foi registrado na rua Doutor Mário Negócio com a rua São Geraldo, no bairro das Quintas, zona Oeste de Natal. O caso aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (10). O sinistro, que envolveu um carro e uma motocicleta, foi registrado por uma câmera de monitoramento.
Nas imagens, é possível ver que os dois ocupantes da moto “voaram” por cima do carro. Eles ficaram feridos e foram socorridos para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), o condutor da moto não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CHN).
A motocicleta seguia na Mário Negócio, no sentido ao Alecrim, enquanto o carro convergia à esquerda para sair da Mário Negócio para a rua São Geraldo quando houve a colisão. Ainda segundo a STTU, a manobra realizada pelo carro é permitida, enquanto o percurso que seria feito pela moto é irregular, já que o trecho que seria acessado é exclusivo para o transporte público.
No entanto, a STTU destacou que essa proibição não isenta a responsabilidade do veículo que executou a conversão à esquerda. Confira o momento do acidente:
A Polícia Civil prendeu quatro suspeitos de envolvimento na morte do empresário Sérgio Leandro de Almeida Borba, de 47 anos. O paraibano foi encontrado com o corpo parcialmente carbonizado nessa terça-feira (9), na zona rural de Baía Formosa, no litoral do RN.
Segundo as investigações, os suspeitos conheciam a vítima e o crime é tratado como latrocínio. “Ele tem uma relação de proximidade com os acusados. Todos conheciam a vítima e sabiam das circunstâncias, que ele possuía diversos bens materiais, veículos e retirava apartamentos e veículos em nome próprio e entregava para terceiros”, contou o delegado Roberto Carvalho.
Um dos presos tem um relacionamento com uma familiar do empresário. “Dois desses indivíduos têm passagens criminais. Por crimes de furto, roubos e receptação de veículos. Acreditamos que se trata de um latrocínio. Foi tudo orquestrado por um desses indivíduos que conhecia o Sérgio, que tinha um relacionamento com uma parente dele. Ele organizou a trama para que ele ficasse com os veículos e auferisse lucros”, completou Carvalho.
Um vídeo do sábado (6) mostra a última vez que Sérgio Leandro foi visto com vida. Nas imagens, é possível ver que ele estava descarregando o próprio veículo, no bairro Gramame, em João Pessoa, por volta das 16h55. Em seguida, ele deixa o local no carro e não foi mais visto com vida.
Segundo a Polícia Civil, ele chegou a pedir socorro na noite de segunda-feira (8). No entanto, morreu depois disso. O corpo foi encontrado parcialmente carbonizado, sem indícios de ferimentos a tiros ou outros objetos. O caso está sendo investigado pelas polícias da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Sérgio era natural de Itabaiana, município do interior paraibano.
Uma carga com cerca de 700 Kg de maconha que era transportada em um caminhão foi apreendida, nesta quarta-feira (10), em uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal. O motorista do veículo foi detido em uma fiscalização realizada na BR 101, em Goiana, na Zona da Mata de Pernambuco.
Agentes realizavam uma blitz próximo à divisa com a Paraíba, quando abordaram um caminhão com lonas. Durante a abordagem, o motorista entrou em contradição e chamou a atenção da equipe.
Ao verificar o compartimento de carga do veículo, foram encontradas diversas caixas de papelão com tabletes de maconha. O motorista disse que pegou a droga em São Paulo para entregar no Rio Grande do Norte.
O homem e a droga foram encaminhados à Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal no Recife. Ele poderá responder por tráfico de drogas, que prevê pena de 5 a 15 anos de reclusão.
A Polícia Militar de Currais Novos voltou a agir rapidamente em mais um caso de violência doméstica. A ocorrência aconteceu na noite desta terça-feira (09), quando a guarnição foi acionada após denúncia de agressão dentro de uma residência.
De acordo com informações repassadas pela PM, ao chegar ao local, os policiais encontraram indícios da agressão e localizaram o suspeito ainda na casa. O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido imediatamente ao plantão da Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
A vítima foi amparada pelos policiais e orientada sobre os mecanismos de proteção disponíveis. O caso segue agora sob investigação da Polícia Civil.
Um empresário paraibano foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (9) na zona rural de Baía Formosa, no litoral Sul do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Sergio Leandro de Almeida Borba, de 47 anos, proprietário de uma empresa de buffet na cidade de Itabaiana, na Paraíba.
De acordo com informações da Polícia Civil, Sergio teria sido capturado na noite desta segunda-feira (8), em João Pessoa, enquanto dirigia seu veículo, uma Fiat Toro. Ele foi levado pelos criminosos até a área rural de Baía Formosa, onde acabou morto.
As circunstâncias da morte ainda são um mistério. A equipe de perícia não encontrou lesões aparentes que indicassem a causa do óbito, e o corpo foi encontrado parcialmente carbonizado, dificultando a análise inicial. O cadáver também apresentava sinais ainda não esclarecidos, o que amplia as dúvidas sobre como o crime foi executado.
A investigação aponta que a vítima teria feito um pedido de socorro por volta das 21h, pouco antes de morrer, segundo as primeiras apurações.
O caso será apurado em conjunto pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte e pela Polícia Civil da Paraíba, que já iniciaram a oitiva de familiares. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime, e nenhuma linha de investigação foi descartada.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da 99ª Delegacia de Polícia de Angicos, com apoio do Destacamento de Polícia Militar de Fernando Pedroza, deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, (09) uma ação para dar cumprimento a um mandado de prisão expedido em desfavor de JAEDISON XAVIER DA SILVA, investigado apontado como autor de um homicídio de “Qualhadinha” ocorrido no município de Angicos, no dia 01 de dezembro de 2025.
Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais localizaram com o suspeito porções de material entorpecente e diversos apetrechos comumente utilizados no fracionamento e na comercialização de drogas. Diante dos fatos, o indivíduo foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
A Polícia Civil reforça a importância do apoio da população no combate à criminalidade e orienta que denúncias anônimas podem ser repassadas pelo Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do RN – SECOMS.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, nesta terça-feira (09), um homem de 52 anos e uma mulher de 36 anos, suspeitos de envolvimento com os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
De acordo com a equipe da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) de Mossoró, responsável pela condução do caso, o casal foi detido no momento em que entregava uma porção de crack a um usuário, que confirmou ter adquirido a droga no local.
Durante a ação, os agentes apreenderam porções de maconha e crack, além de uma balança de precisão, uma mochila, veículos e outros materiais supostamente utilizados na atividade ilícita.
Os suspeitos já vinham sendo monitorados pela DENARC após diversas denúncias apontarem o funcionamento de um ponto de venda de drogas em uma avenida movimentada do município.
Eles passaram pelos procedimentos legais e, em seguida, foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde ficarão à disposição da Justiça.
A ação contou com apoio da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) e da Divisão de Polícia do Oeste (DIVIPOE).
A Polícia Civil reforça a importância do apoio da população e solicita que informações possam continuar sendo repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181.
Um acidente registrado no último dia 4 de dezembro resultou na morte do jovem João Victor de Lima Morais, de 21 anos, que não resistiu aos ferimentos e faleceu na tarde desta terça-feira (8), no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.
A colisão ocorreu no Conjunto Vingt Rosado, quando João Victor trafegava em uma motocicleta e acabou se chocando violentamente contra um cavalo que estava solto na via. Segundo informações preliminares, o impacto foi forte e a vítima sofreu múltiplas lesões, sendo socorrida às pressas por uma equipe de resgate.
Desde então, o jovem estava internado em estado grave, passando por procedimentos médicos intensivos, mas infelizmente não apresentou melhora significativa. A morte de João Victor causa grande comoção entre familiares, amigos e moradores da região, que todos os dias durante o intern amento, realizavam correntes de oração em frente a unidade hospitalar.
O corpo de João Victor, passou por procedimento necroscópico no Instituto de Medicina Legal (IML) da Polícia Científica e liberado na tarde desta terça feira para os familiares. O caso reacende o alerta sobre os riscos causados por animais soltos nas ruas e estradas da cidade, um problema recorrente que coloca em perigo a vida de motoristas e motociclistas.
As autoridades devem investigar as circunstâncias do acidente e identificar a responsabilidade pelo animal na via pública. Enquanto isso, a comunidade do Vingt Rosado lamenta mais uma vida perdida de forma trágica e precoce.
O cearense Luziano Braga Matias, 30 anos, natural do município de Russas, no Vale do Jaguaribe, morreu na manhã desta quarta-feira (10) após reagir a uma abordagem policial no Ceará. Ele era acusado de matar um policial militar do Rio Grande do Norte durante um assalto à agência dos Correios no município de Major Sales, em novembro de 2014.
O suspeito era conhecido pela alcunha de “Preto”. Segundo informações repassadas por agentes envolvidos na ocorrência, Luziano vinha sendo monitorado por forças de segurança do Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba, e mudava de endereço constantemente para evitar ser localizado.
Luziano já havia sido preso em 2015, também em Russas, após furar um bloqueio policial e se esconder em uma residência. Na ocasião, chegou a manter pessoas reféns, mas se rendeu após negociação e foi conduzido à Delegacia Regional.
Crime contra policial militar no RN em 2014
O crime que mais repercutiu ocorreu em 11 de novembro de 2014, quando Luziano e comparsas assaltaram a agência dos Correios de Major Sales, no Alto Oeste potiguar.
Durante um cerco policial na zona rural do município, houve troca de tiros e o soldado Alexandro Oliveira, de 34 anos, acabou baleado. O militar chegou a ser levado ao Hospital Regional de Pau dos Ferros, mas não resistiu. Já Luziano conseguiu escapar e, desde então, era considerado foragido.
Um bebê recém-nascido, de apenas dez dias de vida, morreu engasgado na segunda-feira (08), na rua José Inácio Fernandes, bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal (RN). O caso gera comoção na comunidade e acende o alerta sobre os riscos de engasgo em recém-nascidos.
Segundo relatos dos pais, a criança estava sendo amamentada quando a mãe percebeu que o bebê havia parado de respirar. Diante do desespero, o pai acionou imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e iniciou as manobras de desengasgo enquanto aguardava ajuda especializada.
A equipe do SAMU chegou rapidamente ao local e deu continuidade ao procedimento de reanimação. Apesar dos esforços, o bebê não resistiu.
Os profissionais acompanharam os pais até o Plantão da Zona Norte, onde foi registrada a ocorrência. Em seguida, todos se deslocaram ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) para os procedimentos legais.
O caso reforça a importância da atenção redobrada durante a amamentação e do conhecimento das técnicas corretas de primeiros socorros para situações de engasgo em bebês.
A médica Yasmim Silveira Rosado, de 27 anos, se envolveu em um acidente de trânsito na manhã desta terça-feira (9), na BR-110, nas proximidades da comunidade de Serra Vermelha, município de Areia Branca, no Oeste potiguar. O capotamento assustou moradores da região, que acionaram imediatamente o socorro.
De acordo com informações preliminares, Yasmim seguia para cumprir seu plantão no hospital de Areia Branca quando perdeu o controle do veículo e acabou capotando. Apesar do impacto, a médica conseguiu sair do automóvel e permaneceu consciente enquanto aguardava atendimento.
Uma equipe do SAMU foi rapidamente deslocada ao local e realizou os primeiros procedimentos de emergência. Em seguida, a profissional de saúde foi encaminhada ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, onde deu entrada consciente e orientada, passando por avaliação médica mais detalhada.
As circunstâncias que provocaram o acidente ainda são desconhecidas. As autoridades irão apurar o que pode ter levado ao capotamento, enquanto familiares, colegas e a comunidade local aguardam atualizações sobre o estado de saúde da médica.